Campanha de prevenção do afogamento

Durante o ano de 2013, em Portugal, mais de cem pessoas perderam a vida por causa de afogamentos. Mais de um terço destas mortes ocorreram nos meses de junho, julho e agosto, como é habitual praticamente todos os anos. Para fazer face a esta problemática e para promover a prevenção do afogamento, a Direção-Geral da Saúde (DGS) lança uma campanha informativa, que visa o reforço de cuidados no período de férias.

De acordo com a campanha, quer seja em praias, rios, ribeiras, lagoas, tanques, poços ou piscinas, as mortes por afogamento podem ser evitadas, sendo a prevenção essencial. Assim, a DGS reforça a importância de vigiar atentamente os mais pequenos, de instalar barreiras de acesso às piscinas e reservatórios de água, optar sempre por locais considerados seguros e com vigilância e ter sempre próximo equipamentos de segurança.

De acordo com a DGS, a gravidade dos afogamentos não se restringe aos casos que resultam em morte, uma vez que as pessoas hospitalizadas na sequência de afogamentos têm, muitas vezes, prognóstico reservado. Em Portugal, a Associação para a Promoção da Segurança Infantil estima que, para cada criança que morre afogada, duas a três sejam internadas na sequência de um afogamento.

Fonte: Portal da Saúde

Proibida venda e consumo de bebidas alcoólicas a menores de idade

Entra hoje em vigor o Decreto-Lei n.º 106/2015, do Ministério da Saúde, que procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 50/2013, de 16 de abril, que estabelece o regime de disponibilização, venda e consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos e em locais abertos ao público, proibindo a prática destas atividades relativamente a menores de idade.

Fotografia por Elliott Brown / Flickr

Considera-se necessária a implementação de melhores medidas de proteção dos menores no que toca ao acesso a bebidas alcoólicas. Pretende-se, de forma progressiva, minimizar o consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes, através do aumento da idade mínima de acesso e da proibição correspondente de venda, conforme recomendações de organismos especializados nacionais e internacionais, como a Organização Mundial de Saúde.

O novo diploma determina que:
É proibido facultar, independentemente de objetivos comerciais, vender ou, com objetivos comerciais, colocar à disposição, bebidas alcoólicas em locais públicos e em locais abertos ao público:
a) A menores;
(…)
c) A quem se apresente notoriamente embriagado ou aparente possuir anomalia psíquica.

Fonte: Portal da Saúde

Rastreio do cancro do colo do útero

Durante os meses de junho e julho vai estar no ar uma campanha nacional de sensibilização para o cancro do colo do útero, lançada pela Liga Portuguesa Contra o Cancro. Esta campanha, que conta com a participação de figuras públicas, alerta a população para a importância do teste de rastreio, que se for realizado nos intervalos propostos, reduz significativamente o risco da doença.

CartazAlguns dados:
– O cancro do colo do útero é o 2º tumor ginecológico maligno mais frequente nas mulheres Portuguesas com menos de 50 anos.
– Em Portugal morre uma mulher por dia com cancro do colo do útero.
– A incidência é de 10,8 casos/100.000 mulheres/ano.
– O cancro do colo do útero é causado por uma infeção persistente do vírus HPV.
– É um cancro que pode ser prevenido.
– O seu desenvolvimento é silencioso. Não espere pelos sinais de alarme – corrimento vaginal anormal, dor e perdas de sangue durante ou após a relação sexual.
– A prevenção através do rastreio regular (citologia e/ou teste de HPV) é fundamental para evitar o cancro do colo do útero. O teste de HPV é o mais sensível para a deteção destas lesões.
– A infeção persistente pelo HPV, poderá originar lesões, que se não forem detetadas e tratadas precocemente poderão evoluir para cancro.
– As mulheres entre os 25 e os 65 anos representam o grupo de maior risco pelo que se aconselha um exame ginecológico regular, de forma a assegurar um rastreio atempado.

Fonte: Portal da Saúde