Alimentação saudável na praia

Para levar para a praia, opte por refeições e snacks práticos e com riqueza nutricional, procurando variar e escolher alimentos característicos desta época.

Além de uma alimentação variada e equilibrada, é fundamental que a alimentação seja também segura. Nesta altura, devido às elevadas temperaturas, favoráveis ao crescimento de microrganismos, o risco de intoxicação alimentar é superior, uma vez que os alimentos ficam mais suscetíveis à deterioração.

Desta forma:

  • Mantenha os alimentos à sombra, longe da exposição solar direta;
  • Prefira alimentos que não se alterem com o calor como o pão, conservas, frutos oleaginosos e algumas frutas e hortícolas previamente lavados;
  • Se optar por alimentos mais perecíveis (iogurtes, queijo, alguns tipos de frutas como melancia, melão, meloa, pêssego, cerejas) deve acondicioná-los numa geleira ou mala térmica colocando placas frias para manter a refrigeração;
  • Prepare os alimentos preferencialmente no próprio dia. Lave previamente as mãos e utensílios, não devendo utilizar os mesmos materiais para diferentes géneros alimentícios, quer em cru ou confecionado;
  • Lave os alimentos frescos em casa e transporte-os numa caixa fechada;
  • Se não for possível levar consigo uma mala térmica ou geleira, não deve transportar para a praia: molhos (por exemplo, maionese ou natas), marisco, lacticínios (principalmente iogurtes e queijo fresco), quiches, empadas, folhados, gelatina e produtos de pastelaria com cremes.

Fonte: Portal do SNS

Hábitos de consumo de água na população portuguesa

O Instituto Ricardo Jorge divulgou, dia 11 de março, durante as “I Jornadas da Água: uma questão de Saúde Pública”, os resultados do inquérito sobre os hábitos de consumo de água na população portuguesa.

Fotografia de Peter Werkman - www.peterwerkman.nl

Fotografia de Peter Werkman – www.peterwerkman.nl

O inquérito mostra que 96,2% dos inquiridos consome água da rede pública de distribuição ou água acondicionada, o que significa uma “garantia de acesso a uma água de qualidade”. Há, no entanto, uma percentagem de inquiridos (3,8%) que consome água de origens não controladas, “o que constitui um risco potencial para a saúde”.

Dos quase 60% dos inquiridos que consome água da rede pública, 12,4% têm instalados sistemas de tratamento doméstico. “Estes sistemas introduzem habitualmente alterações nefastas na água resultando num produto com deficiente qualidade higiénica ou com baixo valor alimentar, sendo, regra geral, supérfluos e indesejáveis”, explica Helena Rebelo, coordenadora do Departamento de Saúde Ambiental.

Fonte: Portal da Saúde

Alimentação: 5 decisões para 2016

Comer melhor em 2016 tem impacto real na saúde. Os hábitos alimentares inadequados são as principais condicionantes dos anos de vida saudáveis perdidos pelos portugueses.

A Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Blog Nutrimento, do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, sugere cinco medidas que podem fazer uma enorme diferença:

  • Uma vez por semana experimente cozinhar sem sal. Mais de 4 milhões de portugueses sofrem de hipertensão arterial onde o sal tem um papel importante.
  • Substitua o habitual refrigerante ou bebida açucarada diária por água. O consumo regular de refrigerantes está associado ao aparecimento de diabetes tipo II e cárie dentária.
  • Consuma sopa pelo menos uma vez por dia e, sempre que possível, substitua, em parte ou totalmente, a batata por leguminosas (feijão, grão, ervilha, fava, lentilha).
  • Uma vez por semana substitua a refeição de carne por um prato vegetariano.
  • Compre e cozinhe apenas o necessário, reaproveitando e evitando assim deitar comida fora. Um terço da comida produzida no nosso planeta nunca chega a ser consumida.
Fotografia de Bobbi Bowers / Flickr

Fotografia de Bobbi Bowers / Flickr

Fonte: Portal da Saúde