Receita sem Papel

A “Receita sem Papel” é um novo modelo eletrónico que inclui todo o ciclo da receita, desde da prescrição no médico, da dispensa na farmácia e conferência das faturas.

O novo modelo eletrónico permite a prescrição em simultâneo de todos os medicamentos. O médico fica com a garantia de que a receita não é perdida, pode também ter informação se a receita é aviada e pode acompanhar o processo terapêutico do doente.

Receita sem Papel

Este novo sistema traz também várias vantagens para o utente, já que todos os medicamentos prescritos passam a ser incluídos num único receituário. Outra vantagem para o utente é o acesso à guia de tratamento, por meios eletrónicos, onde fica registada a posologia. Essa guia pode ser enviada por correio eletrónico ou por sms, estando disponível sempre que o utente precisar.

No ato da dispensa nas farmácias, o utente poderá optar por dispensar todos os produtos prescritos ou apenas parte deles, sendo possível levantar os restantes noutro estabelecimento e/ou noutro dia.

A “Receita sem Papel” garante maior eficácia, eficiência e segurança ao circuito da receita de medicamentos do Serviço Nacional de Saúde.

Fonte: Portal da Saúde

Hábitos de consumo de água na população portuguesa

O Instituto Ricardo Jorge divulgou, dia 11 de março, durante as “I Jornadas da Água: uma questão de Saúde Pública”, os resultados do inquérito sobre os hábitos de consumo de água na população portuguesa.

Fotografia de Peter Werkman - www.peterwerkman.nl

Fotografia de Peter Werkman – www.peterwerkman.nl

O inquérito mostra que 96,2% dos inquiridos consome água da rede pública de distribuição ou água acondicionada, o que significa uma “garantia de acesso a uma água de qualidade”. Há, no entanto, uma percentagem de inquiridos (3,8%) que consome água de origens não controladas, “o que constitui um risco potencial para a saúde”.

Dos quase 60% dos inquiridos que consome água da rede pública, 12,4% têm instalados sistemas de tratamento doméstico. “Estes sistemas introduzem habitualmente alterações nefastas na água resultando num produto com deficiente qualidade higiénica ou com baixo valor alimentar, sendo, regra geral, supérfluos e indesejáveis”, explica Helena Rebelo, coordenadora do Departamento de Saúde Ambiental.

Fonte: Portal da Saúde

Deve administrar-se flúor às crianças?

A administração de flúor às crianças tem sido alvo de controvérsia. Face à evidência disponível, e de acordo com as recomendações da Direção-Geral da Saúde, é dada prioridade às aplicações tópicas sob a forma de dentífricos administrados na escovagem dos dentes desde a sua erupção. As gotas anteriormente recomendadas só serão administradas após os 3 anos a crianças de alto risco à cárie dentária. As acções de educação para a saúde devem, prioritariamente, promover a escovagem dos dentes com dentífrico fluoretado.

Fotografia de Mark and Allegra Jaroski-Biava / Flickr

Fotografia de Mark and Allegra Jaroski-Biava / Flickr

Fonte: Ordem dos Médicos Dentista